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Rádio Comunidade do Vale

Notícia - Politica

Denúncia contra Temer poderá ser votada por deputados

O Julgamento do Supremo Tribunal Federal só deve terminar na próxima quarta-feira, mas com 7 votos a 0 já está decidido pela homologação da delação da JBS feita pelo relador Edson Fachin. Com isso a procuradoria-Geral da República poderá avançar nos preparativos das denúncias que serão apresentadas contra o presidente Michel Temmer. O STF também fechou posição majoritária pela permanência de Edson Fachin à frente dos casos derivados da delação, incluindo os depoimentos dos donos da JBS, os irmãos Joesley e Wesley Batista. As posições frustraram os planos dos governistas. O presidente deverá responder por acusações como de corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça.

 

O ministro Edson Fachin já disponibilizou ontem uma cópia digital dos autos do inquérito aberto contra o presidente Michel Temer para a Procuradoria-Geral da República. Na prática, isso abre um prazo de cinco dias para que o órgão apresente a denúncia contra o presidente. O ministro também pediu para que a Polícia Federal remeta o relatório final sobre o caso e a perícia feita da gravação da conversa entre Temer e o empresário Joesley Batista. Se houver a apresentação de denúncia, o caso terá de ser analisado pela Câmara dos Deputados. O processo só terá seguimento no STF se for aprovado por 342 dos 513 deputados. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia já afirmou que está disposto a suspender o recesso parlamentar de julho para analisar a denúncia.

Já o ministro Marco Aurélio, também do STF, decidiu ontem abrir um novo inquérito relacionado ao senador afastado Aécio Neves pelo crime de lavagem de dinheiro. O pedido de abertura foi feito pela Procuradoria-Geral da República, após o parlamentar já ter sido denunciado por corrupção.De acordo com a PGR, o novo inquérito deve apurar suposto recebimento pelo senador afastado de mais de R$ 60 milhões em propina, por meio de notas fiscais frias da JBS.

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