Mudanças na nova placa Mercosul estão sendo estudadas

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Depois do seu lançamento, no final do ano passado, a nova placa automotiva, que é padronizada para todo o Mercosul, está passando por novos questionamentos.

Segundo o governo federal, que fez um estudo e encaminhou aos Detrans estaduais, foram projetadas  mudanças em sua emissão, restringindo a aquisição apenas aos carros novos. Serão retirados também dois elementos de segurança, a película refletiva e as ondas sinusoidais.  A nova proposta também prevê que os Detrans farão o cadastro e a fiscalização dos estampadores, enquanto o Denatran ficará responsável pelos fabricantes. A data limite para adoção também mudou, indo de 30 de junho para 31 de dezembro de 2019.

Para quem já tiver placa cinza e mudar o município de registro, bastará trocar a tarjeta e o lacre, como acontece nos Estados que ainda não migraram ao novo formato. A nova placa Mercosul não tem mais o lacre, substituído pelo QR Code, usado para rastrear o processo produtivo e dar acesso a informações do veículo em fiscalizações.

“Todos foram surpreendidos por essas propostas enviadas aos Detrans e essa notícia de que a qualquer momento sairá uma nova resolução. Os principais envolvidos, que podem contribuir com o processo, não foram consultados ou informados”, reclamou o Danilo Costa, advogado e assessor jurídico da AfapeMG (Associação Mineira dos Estampadores de Placas Veiculares).

A ideia ainda está em estudo, podendo ocorrer mudanças no novo projeto.

Luciano Weber

Foto: Pinterest/ Reprodução

 

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